sábado, 9 de junho de 2012


Tecnologia Verde

É cada vez maior a quantidade de gadgets que procuram aliar avanços tecnológicos com a preservação do meio ambiente. Confira as últimas novidades em bugigangas e ideias ecologicamente corretas.


UNIVERSAL SOLAR CHARGER
Um carregador movido a energia solar, compatível com grande parte dos aparelhos existentes, sejam USB ou tomada, iPod, celular. Funciona com qualquer voltagem e pesa 240 gramas.
 usb.brando.com.hk



CARBON HERO
Este ainda não chegou às ruas. Idealizado pelo inglês Andreas Zachariah, o gadget inicialmente identifica, pela velocidade, distância e padrão do seu deslocamento e o veículo que você está utilizando. Em seguida, calcula a sua emissão de carbono e manda para o software, em seu PC ou telefone, que, por fim, te diz como neutralizar a sua dívida ambiental com o planeta.



TIRE DA TOMADA!
A Nokia é a primeira empresa de celular a emitir um alerta encorajando as pessoas a tirar o carregador da tomada após carregar o telefone. Esse simples ato economiza energia suficiente para abastecer 85 mil residências por ano. O equivalente a dois terços da energia usada pelo celular é desperdiçado quando o carregador continua na tomada mesmo sem o telefone plugado. A Nokia é considerada pelo Greenpeace a líder em preocupação ecológica entre as maiores empresas de celular e informática do mundo.


BLACKLE (OU GOOGLE PRETO)
O blog ecoiron (ecoiron.blogspot.com) sugeriu uma mudança interessante no Google, o site mais acessado do mundo. Se a cor primária fosse preta, em vez de branca, o planeta economizaria 3 mil MWh por ano - o suficiente para abastecer uma cidade de 100 mil habitantes durante um mês.



WATER POWERED ALARM CLOCK
Este relógio é movido a água. É só colocar o líquido no compartimento e ele começa a funcionar dentro de 3 minutos. Se o display ficar fraco, basta adicionar mais água.
ecotopia.co.uk



ISAVE
Sabia que cada descarga que você dá gasta 16 litros de água? E que um banho de 5 minutos consome 100 litros? E que a água tem se tornado o bem natural mais precioso do planeta? Por tudo isso, o iSave pretende reduzir em 20% seu consumo de água. A invenção do chinês Reamon Yu faz algo bem mais importante do que diminuir o fluxo da sua torneira: conscientiza o usuário. Uma tela LED, acoplada a torneiras e chuveiros, mostra digitalmente o total de água que você está consumindo no momento. Se os números estão azuis, tudo bem. Números vermelhos indicam que você passou do limite. Funciona com um dispositivo movido pela própria água e deve ser lançado em meados do ano que vem.



SOLAR HOUSE NUMBER DISPLAY & MAILBOX
Você quer dar uma festinha à noite em sua casa, mas está escuro e nenhum convidado vai enxergar o número? Seus problemas acabaram! Esta invenção da Napastyle acumula energia solar durante o dia e funciona por até dez horas sem luz. Serve, também, como caixa de correio iluminada (por enquanto, apenas para Estados Unidos e Canadá).
napastyle.com




Grupo 1: Alyson, Lucas, Sérgio, Álvaro













quinta-feira, 7 de junho de 2012


Sistema de informação em saúde
Os Sistemas de Informação em Saúde, são aplicativos de TI destinados a fornecer informações e estatísticas de interesse médico hospitalar, médico ambulatorial, médicina pública, medicina investigativa (pesquisa e desenvolvimento), etc.]Necessariamente, são banco de dados, que armazenam textos, dados quantitativos e imagens, com capacidade de geração rápida de relatórios e interação com internet, intranet, extranet, chats, fóruns,bibliotecas, enciclopédias digitais, etc..
Os Sistemas de Informação em Saúde podem ser desenvolvidos para uso macro-economico, tais como Ministérios, Secretarias de Estado ou Prefeituras (neste caso condensando informações de outros subsistemas ou redes locais), ou uso micro-economico (clínicas, hospitais, redes empresariais).
Outra aplicação dos Sistemas de Informação em Saúde é interliga-los a outros Sistemas tais como ERP ou MRP, de modo a aplicar os benefícios da Logística Integrada em Compras de Insumos médico hospitalares, Gerenciamento de Estoques, Produção de Medicamentos e Gerenciamento de Transportes, Gestão de Fornecedores, Gestão de Projetos e Gestão de mão-de-obra.
Podem conter informações de prontuários de indivíduos que passam em determinado dia num pronto socorro, ficando internado e gerando vários registros subssequentes (internação, cirurgia, uti, exames, tratamentos, radiologias, fisioterapias, necropsias, etc.), ou informações estatíssticas sobre grupos de pacientes num determinado geo-momento, com uma patologia específica (grupos de portadores de HIV, grupos de dependentes químicos, grupos de infectados por gripe suína, etc.

Exemplo de Sistema de informações em Saude:

Sistemas do Brasil
Alguns dos principais sistemas de informação em saúde do Brasil:


Exemplo de Sistema de informações em Saude:




Grupo 1 : Alyson, Lucas, Sergio, Alvaro


domingo, 3 de junho de 2012

Recife é TECH: A história do Cesar, polo pernambucano de tecnologia, mostra que o investimento em pesquisa pode gerar emprego e inovação.


Por Luiz de França.
Edição: José Eduardo Costa.
Revista Você S/A, edição 167, maio 2012, p 38-40. 

Grupo 07: 
André Patriota
Maria Patrícia
Renata Fernandes


Recife, a capital pernambucana, emprega atualmente 5.000 profissionais em cerca de 300 empresas de tecnologia da informação criadas por cérebros locais. A cidade nordestina foi eleita recentemente a quarta metrópole mais criativa do país pela Federação do Comércio de São Paulo. A semente para a mudança da economia local teve origem na cabeça de três professores: Silvio Meira, Fábio Silva e Ismar Kaufman. Eles fundaram, em 1996, um centro privado de inovação para a criação de produtos, serviços e empresas. Esse local é o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, mais conhecido como Cesar. Desde então, o mercado de TI nunca mais foi o mesmo. De 1996 até hoje, foram criadas 31 companhias e mais de 45 negócios gerados por essa incubadora de tecnologia que emprega, desde 2006, uma gestão de investimento profissional. A excelência do conhecimento gerado pelos engenheiros, cientistas da computação, designers e demais trabalhadores do Cesar já foi reconhecida com dois importantes prêmios de melhor instituição de inovação do Brasil, em 2006 e 2011, concedidos pela Finep, a financiadora de estudos e projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia.
            O Cesar está diretamente ligado à idealização e à implantação em 2000 do Porto Digital, primeiro parque tecnológico de Recife, que mudou de vez a cena do empreendedorismo pernambucano. Em 2010, o Porto faturou 1 bilhão de reais com suas 200 empresas. A próxima colaboração do Cesar para o setor local deverá ser anunciada em breve. Trata-se de uma aceleradora de empresas em parceria com o governo do estado para apoiar startups, companhias em fase inicial de operação, com gestão profissional.
            De visão crítica bem apurada sobre a realidade brasileira, Silvio Meira acredita que o país precisa urgentemente reduzir o custo de produção para se tornar mais competitivo globalmente e internacionalizar sua mão de obra, se quiser virar o tabuleiro internacional a seu favor. “Trabalhar do Brasil competindo mundialmente. É isso o que fazemos aqui. No nosso tipo de negócio, o lugar não é mais o eixo Rio-São Paulo, é o mundo.” Os motivos são óbvios. O mercado de TI brasileiro representa apenas 2% do share global, avaliado em mais de 500 bilhões de dólares. Portanto, é lá fora que estão as oportunidades.
            Quem caminha pelos corredores do Cesar consegue ter essa noção de internacionalização através dos nomes de algumas empresas globais impressos nas baias e nas salas. A sede do centro de tecnologia fica em um antigo casarão reformado do início do século 20, que já foi um armazém de secos e molhados, situado no bairro do Recife Antigo, uma região portuária no passado, que continua em lento processo de revitalização e reocupação. Quase tudo o que se vê lá dentro está sob contrato de sigilo. São projetos estratégicos de lançamentos mundiais para marcas como Motorola, Samsung, HP, Siemens, Dell, IBM, entre outros clientes, que incluem brasileiras como Positivo Informática, Oi, Embraer, Troller, Vivo e Banco Central.
            São pesquisas como a redefinição de interface de uma televisão, a transposição de um sistema de arquivos de centenas de gigabytes de banco de dados e o sistema inovador de computação em nuvem recém-vendido diretamente para a HP, nos Estados Unidos. “Instituições de inovação como a nossa trabalham em uma espécie de penumbra. Não tem um produto do Cesar na praça, mas certamente tem muita gente em vários países consumindo coisas que foram desenvolvidas aqui”, diz Silvio, de sua sala coberta de recortes com frases de impacto, como “Seja ousado, inovador, polêmico. Nada mais”.
            Dos 500 profissionais que trabalham na sede e nas filiais, em Curitiba e Sorocaba, 100 são mestres ou doutores. Em paralelo às linhas de pesquisa, o Cesar tem atualmente duas empresas que estão sendo incubadas e uma participação societária em quatro que já estão em operação. Depois que elas saem dali, essa participação é vendida. “Acredito que daqui a três anos essas quatro empresas do portfólio vão atingir a maturidade que esperamos para sairmos”, afirma Guilherme Cavalcanti, presidente da CesarPar, holding que entra como sócia desses empreendimentos nos moldes dos fundos de private equity. “Este ano estamos abrindo para ideias que venham de fora do Cesar e nas quais a gente considere que vale a pena investir”. Depois de 24 meses incubadas, as empresas normalmente migram para o Porto Digital, instituição parceira do centro.
            Marília Lima, de 36 anos, deverá alçar esse voo em 21 meses. Ela é presidente da SiliconReef, pequena companhia cuja especialidade é a criação de microchip para aumentar a eficiência de painéis solares de pequeno porte. Com os recursos que recebeu de um fundo de investimento que financia empresas emergentes inovadoras com elevado potencial de retorno, Marília pretende dar início à produção e à comercialização dos chips. O foco é o mercado externo. “Os Estados Unidos são um grande consumidor dessa tecnologia, mas é a Ásia que vai fazer todos os acessórios para os quais estou projetando os microchips”, conta. Além de abrir sede no Porto Digital, ela também pensa em montar uma filial na Colômbia, por formar muitos engenheiros para processo de circuito integrado. A exemplo da SiliconReef, há outras empresas do Porto Digital que estão dando o que falar. A história do polo de tecnologia de Recife é um exemplo de que o investimento em pesquisa e desenvolvimento pode gerar bons empregos e inovação. É uma idéia que deve ser copiada.



DESIGNER DE CHIP
Marília Lima, de 36 anos, é a presidente da SiliconReef, uma butique de design especializada no desenvolvimento de circuitos integrados. Criada em 2008 na incubadora de projetos do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), a pequena empresa de Marília tem projetos ousados. Atualmente, ela trabalha no desenvolvimento de um microchip para aumentar a eficiência de painéis solares. Em breve, a SiliconReef deve começar a fabricar e comercializar os chips. “Os Estados Unidos são um grande consumidor, mas é a Ásia que vai produzir todos os acessórios para os quais estou projetando os microchips”, diz Marília.



O PAI DO CESAR
Paraibano de Taperoá, Silvio Meira, de 57 anos, se formou em engenharia eletrônica, em 1977, no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Quando retornou ao Nordeste, adotou Recife como sua cidade. Atualmente é professor de engenharia de software da Universidade Federal de Pernambuco e cientista-chefe do Cesar, o qual ajudou a fundar, em 1996, ao lado de Fábio Silva, professor que vive no Canadá, e Ismar Kaufman, empreendedor da área de gestão de ativos. Desde 1996, o Cesar deu origem a 31 empresas e mais de 45 negócios. Pelo trabalho que faz, o centro tecnológico foi reconhecido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia como a melhor instituição de inovação do Brasil em 2006 e 2011.

sábado, 2 de junho de 2012


Segurança e controle em sistema de informação


Segundo Laudon e Laudon (1999), sistemas de informação são um conjunto de componentes inter-relacionados que coleta, recupera, processa, armazena e distribui informação e têm a finalidade de facilitar a gestão das organizações através do planejamento, controle, coordenação, análise e decisão. De acordo com Almeida (1998), os sistemas têm que ser flexíveis para manipular os dados sob diversas maneiras, conforme as necessidades do gerente.
Por estes motivos os sistemas de informação desempenham um papel tão critico nas empresas que devem tomar providências especiais para protegê-los e garantir que sejam precisos, confiáveis e seguros. Este trabalho descreve como controlar os sistemas de informação e garantir sua segurança, para que cumpram as finalidades pretendidas.

1.Segurança e controle em sistemas de informação

Antes da automação gerada pelos computadores, os dados de indivíduos ou organizações eram mantidos e protegidos como registros em papel, dispersos por unidades de negócios ou organizacionais separadas. Os sistemas de informação, por sua vez, concentram dados em arquivos de computador que podem ser acessados facilmente por grandes números de pessoas e por grupos externos à organização. Consequentemente, os dados automatizados são mais suscetíveis a destruição, fraude, erro e uso indevido.

Segundo Dias (2000), na sociedade da informação, ao mesmo tempo em que as informações são consideradas o principal patrimônio de uma organização, elas estão também sob constante risco como nunca estiveram antes. Com isso, a segurança de informações tornou-se um ponto crucial para a sobrevivência das instituições.

A grande demanda por redes de computadores interligadas através da Internet, traz consigo responsabilidades com a segurança dos dados trafegados e armazenados. Existe uma grande preocupação com o funcionamento correto e confiável destas redes, haja visto que a dependência de atividades essenciais, de todos os tipos, crescem a cada dia. Além disso, a Internet vem tendo um crescimento muito significativo de atividades comerciais sendo desenvolvidas por seu intermédio. Por outro lado, os ataques intrusivos a redes de computadores têm crescido tanto em número quanto em quantidade de máquinas envolvidas. Isso faz com que técnicas de segurança se tornem indispensáveis nos sistemas computacionais modernos (NBSO, 2005).

É evidente que os negócios estão cada vez mais dependentes das tecnologias e estas precisam proporcionar confidencialidade, integridade e disponibilidade. Segundo Albuquerque (2002) e Krause (1999) há três princípios básicos para garantir a segurança da informação:
Confidencialidade. A informação somente pode ser acessada por pessoas explicitamente autorizadas. É a proteção de sistemas de informação para impedir que
pessoas não autorizadas tenham acesso.

Disponibilidade. A informação deve estar disponível no momento em que a mesma for
necessária.

Integridade. A informação deve ser recuperada em sua forma original (no momento
em que foi armazenada). É a proteção dos dados ou informações contra modificações
intencionais ou acidentais não-autorizadas.

Grupo: Jucineide Santos
           Raquel Ramos
           Rayane Araujo
           Ricardo Barreto
Resumo do Trabalho realizado dia 01/06/2012.